sábado, 17 de janeiro de 2026

🤔 QUEM FOI FERREIRA PENTEADO?

 Joaquim Ferreira Penteado nasceu no dia 10 de fevereiro de 1808, em São Roque-SP. 


IMAGEM APRIMORADA POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


Era filho do Capitão-Mor de São Carlos Inácio Ferreira de Sá e de Delfina de Camargo Penteado, sua segunda esposa. A primeira esposa de Inácio foi Teresa de Camargo Penteado, tia de Delfina. Em seu primeiro casamento, o Capitão-Mor teve duas filhas:  Bárbara, que foi esposa de João Ferraz de Campos, irmão do Barão de Cascalho, e Rita, casada com o Alferes Joaquim Pedroso de Barros e depois com o Tenente João Leite de Freitas.

Inácio Ferreira de Sá faleceu em 1812 e Delfina casou-se com um primo distante, João Novais Dias. Em seu segundo casamento, ela teve uma filha: Ana Cândida de Novais. Mas, Delfina ficou viúva novamente e ainda se casou pela terceira vez com seu tio materno, o Capitão-Mor Floriano de Camargo Penteado, que na época também estava viúvo.


Aos 22 anos de idade, Joaquim Ferreira Penteado mudou-se para Campinas e tornou-se fazendeiro. Foi proprietário da Fazenda Cabras, fundada em 1798 pelo brigadeiro José Joaquim da Costa Gavião e onde hoje existe o Lar dos Velhinhos, e da Fazenda Duas Pontes, que teve origem através da união de duas antigas sesmarias concedidas pelo governo português, entre os anos de 1796 e 1798, durante o período colonial. Neste época, o Capitão-Mor Inácio Ferreira de Sá, pai de Joaquim, e o Capitão-Mor da Vila de São Carlos, atual Campinas, Floriano Camargo Penteado, as receberam sesmarias. 


Fazenda Cabras


Ainda quando era moço, Joaquim Ferreira Penteado casou-se com a Anna Francisca de Paula Camargo, filha do Capitão-Mor Floriano de Camargo Penteado.



Anna Francisca de Paula Camargo (1809-1889)

 Quando se aproximava a data de 50 anos de aniversário de seu casamento com Anna, Ferreira Penteado, que tinha um espírito muito caridoso e religioso fez uma promossa: abrir uma escola primária gratuita para meninos pobres. Ele também prometeu realizar uma festa do Divino Espírito Santo, com distribuição de esmolas aos necessitados.

O jovem engenheiro arquiteto Dr. Francisco de Paula Ramos de Azevedo, que pouco antes havia chegado da Bélgica, onde se formou, aceitou o convite de criar a planta da escola e coordenar a contrução do prédio, na antiga Rua do Pórtico. O vigário de Santa Cruz, padre Francisco de Abreu Sampaio, ficou encarregado da festa religiosa.

No dia 15 de Maio de 1880, quando o casal Joaquim Ferreira Penteado e Anna Francisca de Paula Camargo comemorava 50 anos de matrimônio, um dia ensolarado e de céu luminoso, foi inaugurada a Escola do Povo, mais tarde chamada Escola Ferreira Penteado, cujo prédio ainda existe na atual Rua Ferreira Penteado.


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No dia 23 de Maio de 1881, através de uma proposta do vereador Francisco Glicério à Câmera Municipal, em reconhecimento ao gesto nobre de Ferreira Penteado de criar uma escola de ensino primário gratuito, a Rua do Pórtico recebeu a denominação de Rua Ferreira Penteado.


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No dia 18 de Março de 1882, Ferrera Penteado foi agraciado pelo Governo Imperial com o título de Barão de Itatiba, por serviços prestados à instrução pública. 


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Joaquim Ferreira Penteado, o Barão de Itatiba, faleceu no dia 06 de Junho de 1884, com 76 anos de idade, e foi sepultado no jazigo da família no Cemitério da Saudade.



"Porque esta pergunta precisa ser para sempre respondida"


✍ ALEXANDRE CAMPANHOLA


Fonte:

🔎 https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Ferreira_Penteado


🔎 https://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2007/04/memria-escrita-escola-ferreira-penteado.html


🔎 https://www.parentesco.com.br/index.php?apg=arvore&idp=31611#


🔗 ELESBÃO CAMPINAS

 

"No dia 09 de dezembro de 1835, aconteceu a execução de Elesbão. Neste dia, um cortejo saiu da Cadeia Velha, que ficava na atual Praça Bento Quirino. O cortejo era composto pelas autoridades públicas, pelo réu, pelo vigário, o sacristão, o carrasco, a infantaria da Guarda Nacional e os soldados da Cavalaria"


Patíbulo onde Elesbão foi morto



A execução do escravo Elesbão diante, em Campinas, acusado de ter assassinado o fazendeiro Luiz José de Oliveira reflete a torturosa e cruel situação do escravo africano na cidade, nos tempos da escravidão. 

Se já não bastasse a condição desumana da escravidão, ao longo deste período sombrio da História da Humanidade e do Brasil, houve em Campinas e outras cidades, casos de crueldade e violência extrema contra a população negra.

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✍ ALEXANDRE CAMPANHOLA  

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

🛸 ET DE VARGINHA EM CAMPINAS

 ⚠️ Se você é sensível a relatos sombrios e assustadores, não leia esta publicação!

20 de janeiro de 1996. Jardim Andere, Varginha, Minas Gerais. 

Três garotas passam próximo a um terreno baldio, e avistam uma estranha criatura que tem pele marrom, viscosa, olhos enormes de cor vermelha e três protuberâncias na parte superior da cabeça, que era muito grande.



Em outro local de Varginha, um casal avista a queda de um objeto voador não identificado, envolto em fumaça, que após se converter em destroços, é recolhido pelos militares.

O que aconteceu em Varginha nunca foi comprovado. Os militares afirmam que a criatura vista no terreno baldio era um homem agachado, que foi confundido com um extraterrestre.  Tratava-se do "Mudinho", um morador da cidade.

Uma versão, relatada pela Revista UFO, conta que, no mesmo dia, 20 de janeiro de 1996, uma nave similar ao formato de uma van, popularmente conhecida como “besta”, caiu ali no entorno de Varginha e que seus tripulantes teriam sobrevivido. Atraídos pelas luzes da cidade, foram parar ali no terreno baldio do Jardim Andere, em Varginha, sendo que um desses seres foi capturado pelo Corpo de Bombeiros e por membros do Exército de Três Corações, cidade vizinha à Varginha, estando em uma condição bem debilitada.


Há quem contraria a afirmação dos militares, e acredita que corpo de um extraterrestre morto e fragmentos de uma nave foram encaminhados, primeiro, para a Escola Preparatória de Cadetes (EsPCEx) em Campinas, e depois para a Unicamp, no dia 23 de Janeiro de 1996. Esta é a versão apresentada pelo ufólogo Marco Antônio Petit.


Assim, a criatura chegava à cidade de Campinas envolta de mistério e muito segredo. 

Um dos relatos, dado por um integrante da extinta Rádio Muda, é que, naquela mesma época, estava andando pela Unicamp, quando apareceram cerca de trinta caminhões do Exército, que entraram pela portaria da Praça da Paz e foram sentido ao IQ. 

São vários os depoimentos a respeito da presença destes caminhões militares no campus, fato que não é muito comum de ocorrer até os dias de hoje. Sendo assim, é possível associar com aqueles relatos de que foram levados por militares de Varginha até a Unicamp.

Segundo acreditam, o ET foi escondido no laboratório de testes da Unicamp, que teria criaturas mortas e vivas de outros planetas,  ficaria metros abaixo da terra e seria conhecido como Pavilhão 18. 


Este laboratório seria guarnecido de forma única e estaria localizado próximo ao Instituto de Química e a Faculdade de Ciências Médicas. Os ufólogos relatam, que o local é fortemente protegidos e muito restrito.

"Todos os ET's capturados de Varginha estão lá, assim como os Chupa-Cabras capturados vivos ou mesmo abatidos no interior do país ".

O ufólogo Marco Antônio Petit conta ainda que uma testemunha, uma amiga pessoal de Badan Palhares, chefe do Departamento Legal da Unicamp na época, deu detalhes do procedimento. 

"Ela teria ouvido que ele, Badan, gostaria de ver os ufólogos conseguirem ficar, mesmo que fossem segundos, na frente da criatura, com a qual ele teria tido contato, tamanha era sua estranheza, ou aspecto assustador".

Ainda segundo o ufólogo, um militar disse que houve pressão dos Estados Unidos para que os destroços e o ser fossem levados para lá. 

"Ele me revelou que houve uma forte pressão do governo dos EUA, para que todos os materiais ligados ao caso, incluindo a tripulação da nave, fossem transladados para o referido país", conta.


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Verdade ou não, dois fatos são certos: primeiro, o ex-presidente dos EUA, Barack Obama revelou, em maio de 2021, que há, sim, filmagens e registros fotográficos de OVNIs - o que nos dá margem de abertura para crer que toda essa história sobre o ET de Varginha possa ser verdadeira; segundo, o Universo conta com mais de 200 bilhões de galáxias, cerca de 100 bilhões de estrelas, sendo que em cada galáxia há inúmeros planetas em que a vida é possível. Sendo assim, por que um ser extraterrestre, em 1996, não pode ter, de fato, aparecido no nosso país?

E Campinas, guarda mesmo a sete chaves corpos de extraterrestre? O que aconteceria de um dia seus companheiros viessem resgatá-los ou se estes seres, ainda vivos, escapassem da sala proibida e invadissem as ruas da cidade?

📝 1 - O texto é baseado em informações de algumas fontes e não se trata de uma afirmação do autor. Cabe a cada um crer ou não.


Alexandre Campanhola

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


🚨 Imagens criadas por inteligência artificial


Fonte:


 🔍https://noticias.uol.com.br/.../centro-de-estudos-de-ets...

🔍https://g1.globo.com/.../constrangido-diz-legista-badan...

🔍https://morandoembarao.com/barao-geraldo/o-et-da-unicamp

domingo, 4 de janeiro de 2026

🚗 POSSANTES: Avenida Francisco Glicério

Estamos na Avenida Francisco Glicério. Este trecho é quase no cruzamento com a Avenida Dr. Campos Salles. 

No lado esquerdo, vemos o antigo prédio que naquela época abrigava a loja ETAM. No lado direito, vemos os edifícios Anhumas e Atibaia. 





Vemos na região do Largo Rosário belos automóveis da década de 1960:


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Um Ford 1954, o carro azul claro em destaque no centro; um DKW-Vemag Vemaguet, que está no canto inferior direito; um Chevrolet 1951/1952 (Styleline/Deluxe), o carro azul de linhas arredondadas estacionado; um Volkswagen Fusca (Sedan). E mais ao fundo, à esquerda do homem, é possível ver um Fusca verde.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

CAMPINAS, MEU AMOR 🇧🇷 ❤️



Fonte:

📸 Acervo: Centro de Memória da Unicamp 

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

🍺 BAR PONTO CHIC

 O bar Ponto Chic foi criado em 1965 e teve como primeiro endereço a Rua Barão de Jaguara, 1341. 



Posteriormente, o bar mudou-se para a Rua Sacramento, 36, na década de 1970, ao lado da antiga sede Jockey Clube. Era o reduto da nata da boêmia campineira. 



O bar era frequentado por jornalistas, advogados, médicos, policiais, políticos, prostitutas, traficantes, etc. Era comum encontrar bêbados nas primeiras horas da manhã naquele bar, pois suas portas ficavam abertas 24 horas.



Alguns frequentadores denominavam o bar com certa ironia de “Ponto dos Ps”, pois afirmavam que aparecia qualquer um lá, padres, poetas, políticos, pederastas, periodistas, etc.

 

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Além de seu estilo democrático para com os frequentadores, alguns traços que caracterizavam o bar era fumaça da chapa de sanduíches e o banheiro dos homens, que sempre era desprovido de iluminação.



Acontecia de tudo no Ponto Chic, poetas oferecendo seus livretos mal encadernados de mesa em mesa, mulheres à procura de companhia, bêbados filosofando, clientes ecléticos que frequentavam o bar até altas horas da madrugada.




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Dentre as especialidades que eram servidas no estabelecimento, pode-se citar o sanduíche ferro velho, x-salada, churrasquinhos e, sobretudo, a pizza de queijo provolone no palitinho, que era considerada insubstituível.

 


No dia 26 de abril de 1991, o Ponto Chic fechou suas portas e deixou muita saudade no centro de Campinas.

 

ALEXANDRE CAMPANHOLA


Fontes:

http://bybassan.blogspot.com.br/2014/06/ponto-chic-vespera-do-fechamento.html


http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com.br/2007/11/memria-fotogrfica-bar-ideal-e-outros.html


http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=17&ved=0ahUKEwj38ufd1aTQAhWBj5AKHbIdDdY4ChAWCE0wBg&url=http%3A%2F%2Fwww.bibliotecadigital.unicamp.br%2Fdocument%2F%3Fdown%3DCMUHE000056&usg=AFQjCNEQZycAeA_9sVwl5bSCNZYhcr6qdw&bvm=bv.138493631,d.Y2I


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