sábado, 17 de janeiro de 2026

🤔 QUEM FOI FERREIRA PENTEADO?

 Joaquim Ferreira Penteado nasceu no dia 10 de fevereiro de 1808, em São Roque-SP. 


IMAGEM APRIMORADA POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


Era filho do Capitão-Mor de São Carlos Inácio Ferreira de Sá e de Delfina de Camargo Penteado, sua segunda esposa. A primeira esposa de Inácio foi Teresa de Camargo Penteado, tia de Delfina. Em seu primeiro casamento, o Capitão-Mor teve duas filhas:  Bárbara, que foi esposa de João Ferraz de Campos, irmão do Barão de Cascalho, e Rita, casada com o Alferes Joaquim Pedroso de Barros e depois com o Tenente João Leite de Freitas.

Inácio Ferreira de Sá faleceu em 1812 e Delfina casou-se com um primo distante, João Novais Dias. Em seu segundo casamento, ela teve uma filha: Ana Cândida de Novais. Mas, Delfina ficou viúva novamente e ainda se casou pela terceira vez com seu tio materno, o Capitão-Mor Floriano de Camargo Penteado, que na época também estava viúvo.


Aos 22 anos de idade, Joaquim Ferreira Penteado mudou-se para Campinas e tornou-se fazendeiro. Foi proprietário da Fazenda Cabras, fundada em 1798 pelo brigadeiro José Joaquim da Costa Gavião e onde hoje existe o Lar dos Velhinhos, e da Fazenda Duas Pontes, que teve origem através da união de duas antigas sesmarias concedidas pelo governo português, entre os anos de 1796 e 1798, durante o período colonial. Neste época, o Capitão-Mor Inácio Ferreira de Sá, pai de Joaquim, e o Capitão-Mor da Vila de São Carlos, atual Campinas, Floriano Camargo Penteado, as receberam sesmarias. 


Fazenda Cabras


Ainda quando era moço, Joaquim Ferreira Penteado casou-se com a Anna Francisca de Paula Camargo, filha do Capitão-Mor Floriano de Camargo Penteado.



Anna Francisca de Paula Camargo (1809-1889)

 Quando se aproximava a data de 50 anos de aniversário de seu casamento com Anna, Ferreira Penteado, que tinha um espírito muito caridoso e religioso fez uma promossa: abrir uma escola primária gratuita para meninos pobres. Ele também prometeu realizar uma festa do Divino Espírito Santo, com distribuição de esmolas aos necessitados.

O jovem engenheiro arquiteto Dr. Francisco de Paula Ramos de Azevedo, que pouco antes havia chegado da Bélgica, onde se formou, aceitou o convite de criar a planta da escola e coordenar a contrução do prédio, na antiga Rua do Pórtico. O vigário de Santa Cruz, padre Francisco de Abreu Sampaio, ficou encarregado da festa religiosa.

No dia 15 de Maio de 1880, quando o casal Joaquim Ferreira Penteado e Anna Francisca de Paula Camargo comemorava 50 anos de matrimônio, um dia ensolarado e de céu luminoso, foi inaugurada a Escola do Povo, mais tarde chamada Escola Ferreira Penteado, cujo prédio ainda existe na atual Rua Ferreira Penteado.


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No dia 23 de Maio de 1881, através de uma proposta do vereador Francisco Glicério à Câmera Municipal, em reconhecimento ao gesto nobre de Ferreira Penteado de criar uma escola de ensino primário gratuito, a Rua do Pórtico recebeu a denominação de Rua Ferreira Penteado.


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No dia 18 de Março de 1882, Ferrera Penteado foi agraciado pelo Governo Imperial com o título de Barão de Itatiba, por serviços prestados à instrução pública. 


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Joaquim Ferreira Penteado, o Barão de Itatiba, faleceu no dia 06 de Junho de 1884, com 76 anos de idade, e foi sepultado no jazigo da família no Cemitério da Saudade.



"Porque esta pergunta precisa ser para sempre respondida"


✍ ALEXANDRE CAMPANHOLA


Fonte:

🔎 https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Ferreira_Penteado


🔎 https://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2007/04/memria-escrita-escola-ferreira-penteado.html


🔎 https://www.parentesco.com.br/index.php?apg=arvore&idp=31611#


🔗 ELESBÃO CAMPINAS

 

"No dia 09 de dezembro de 1835, aconteceu a execução de Elesbão. Neste dia, um cortejo saiu da Cadeia Velha, que ficava na atual Praça Bento Quirino. O cortejo era composto pelas autoridades públicas, pelo réu, pelo vigário, o sacristão, o carrasco, a infantaria da Guarda Nacional e os soldados da Cavalaria"


Patíbulo onde Elesbão foi morto



A execução do escravo Elesbão diante, em Campinas, acusado de ter assassinado o fazendeiro Luiz José de Oliveira reflete a torturosa e cruel situação do escravo africano na cidade, nos tempos da escravidão. 

Se já não bastasse a condição desumana da escravidão, ao longo deste período sombrio da História da Humanidade e do Brasil, houve em Campinas e outras cidades, casos de crueldade e violência extrema contra a população negra.

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✍ ALEXANDRE CAMPANHOLA  

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

🛸 ET DE VARGINHA EM CAMPINAS

 ⚠️ Se você é sensível a relatos sombrios e assustadores, não leia esta publicação!

20 de janeiro de 1996. Jardim Andere, Varginha, Minas Gerais. 

Três garotas passam próximo a um terreno baldio, e avistam uma estranha criatura que tem pele marrom, viscosa, olhos enormes de cor vermelha e três protuberâncias na parte superior da cabeça, que era muito grande.



Em outro local de Varginha, um casal avista a queda de um objeto voador não identificado, envolto em fumaça, que após se converter em destroços, é recolhido pelos militares.

O que aconteceu em Varginha nunca foi comprovado. Os militares afirmam que a criatura vista no terreno baldio era um homem agachado, que foi confundido com um extraterrestre.  Tratava-se do "Mudinho", um morador da cidade.

Uma versão, relatada pela Revista UFO, conta que, no mesmo dia, 20 de janeiro de 1996, uma nave similar ao formato de uma van, popularmente conhecida como “besta”, caiu ali no entorno de Varginha e que seus tripulantes teriam sobrevivido. Atraídos pelas luzes da cidade, foram parar ali no terreno baldio do Jardim Andere, em Varginha, sendo que um desses seres foi capturado pelo Corpo de Bombeiros e por membros do Exército de Três Corações, cidade vizinha à Varginha, estando em uma condição bem debilitada.


Há quem contraria a afirmação dos militares, e acredita que corpo de um extraterrestre morto e fragmentos de uma nave foram encaminhados, primeiro, para a Escola Preparatória de Cadetes (EsPCEx) em Campinas, e depois para a Unicamp, no dia 23 de Janeiro de 1996. Esta é a versão apresentada pelo ufólogo Marco Antônio Petit.


Assim, a criatura chegava à cidade de Campinas envolta de mistério e muito segredo. 

Um dos relatos, dado por um integrante da extinta Rádio Muda, é que, naquela mesma época, estava andando pela Unicamp, quando apareceram cerca de trinta caminhões do Exército, que entraram pela portaria da Praça da Paz e foram sentido ao IQ. 

São vários os depoimentos a respeito da presença destes caminhões militares no campus, fato que não é muito comum de ocorrer até os dias de hoje. Sendo assim, é possível associar com aqueles relatos de que foram levados por militares de Varginha até a Unicamp.

Segundo acreditam, o ET foi escondido no laboratório de testes da Unicamp, que teria criaturas mortas e vivas de outros planetas,  ficaria metros abaixo da terra e seria conhecido como Pavilhão 18. 


Este laboratório seria guarnecido de forma única e estaria localizado próximo ao Instituto de Química e a Faculdade de Ciências Médicas. Os ufólogos relatam, que o local é fortemente protegidos e muito restrito.

"Todos os ET's capturados de Varginha estão lá, assim como os Chupa-Cabras capturados vivos ou mesmo abatidos no interior do país ".

O ufólogo Marco Antônio Petit conta ainda que uma testemunha, uma amiga pessoal de Badan Palhares, chefe do Departamento Legal da Unicamp na época, deu detalhes do procedimento. 

"Ela teria ouvido que ele, Badan, gostaria de ver os ufólogos conseguirem ficar, mesmo que fossem segundos, na frente da criatura, com a qual ele teria tido contato, tamanha era sua estranheza, ou aspecto assustador".

Ainda segundo o ufólogo, um militar disse que houve pressão dos Estados Unidos para que os destroços e o ser fossem levados para lá. 

"Ele me revelou que houve uma forte pressão do governo dos EUA, para que todos os materiais ligados ao caso, incluindo a tripulação da nave, fossem transladados para o referido país", conta.


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Verdade ou não, dois fatos são certos: primeiro, o ex-presidente dos EUA, Barack Obama revelou, em maio de 2021, que há, sim, filmagens e registros fotográficos de OVNIs - o que nos dá margem de abertura para crer que toda essa história sobre o ET de Varginha possa ser verdadeira; segundo, o Universo conta com mais de 200 bilhões de galáxias, cerca de 100 bilhões de estrelas, sendo que em cada galáxia há inúmeros planetas em que a vida é possível. Sendo assim, por que um ser extraterrestre, em 1996, não pode ter, de fato, aparecido no nosso país?

E Campinas, guarda mesmo a sete chaves corpos de extraterrestre? O que aconteceria de um dia seus companheiros viessem resgatá-los ou se estes seres, ainda vivos, escapassem da sala proibida e invadissem as ruas da cidade?

📝 1 - O texto é baseado em informações de algumas fontes e não se trata de uma afirmação do autor. Cabe a cada um crer ou não.


Alexandre Campanhola

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


🚨 Imagens criadas por inteligência artificial


Fonte:


 🔍https://noticias.uol.com.br/.../centro-de-estudos-de-ets...

🔍https://g1.globo.com/.../constrangido-diz-legista-badan...

🔍https://morandoembarao.com/barao-geraldo/o-et-da-unicamp

domingo, 4 de janeiro de 2026

🚗 POSSANTES: Avenida Francisco Glicério

Estamos na Avenida Francisco Glicério. Este trecho é quase no cruzamento com a Avenida Dr. Campos Salles. 

No lado esquerdo, vemos o antigo prédio que naquela época abrigava a loja ETAM. No lado direito, vemos os edifícios Anhumas e Atibaia. 





Vemos na região do Largo Rosário belos automóveis da década de 1960:


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Descrição do produto


Um Ford 1954, o carro azul claro em destaque no centro; um DKW-Vemag Vemaguet, que está no canto inferior direito; um Chevrolet 1951/1952 (Styleline/Deluxe), o carro azul de linhas arredondadas estacionado; um Volkswagen Fusca (Sedan). E mais ao fundo, à esquerda do homem, é possível ver um Fusca verde.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

CAMPINAS, MEU AMOR 🇧🇷 ❤️



Fonte:

📸 Acervo: Centro de Memória da Unicamp 

#campinascity #campinaseregiao #brazil #carros #carroantigo

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

🍺 BAR PONTO CHIC

 O bar Ponto Chic foi criado em 1965 e teve como primeiro endereço a Rua Barão de Jaguara, 1341. 



Posteriormente, o bar mudou-se para a Rua Sacramento, 36, na década de 1970, ao lado da antiga sede Jockey Clube. Era o reduto da nata da boêmia campineira. 



O bar era frequentado por jornalistas, advogados, médicos, policiais, políticos, prostitutas, traficantes, etc. Era comum encontrar bêbados nas primeiras horas da manhã naquele bar, pois suas portas ficavam abertas 24 horas.



Alguns frequentadores denominavam o bar com certa ironia de “Ponto dos Ps”, pois afirmavam que aparecia qualquer um lá, padres, poetas, políticos, pederastas, periodistas, etc.

 

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Além de seu estilo democrático para com os frequentadores, alguns traços que caracterizavam o bar era fumaça da chapa de sanduíches e o banheiro dos homens, que sempre era desprovido de iluminação.



Acontecia de tudo no Ponto Chic, poetas oferecendo seus livretos mal encadernados de mesa em mesa, mulheres à procura de companhia, bêbados filosofando, clientes ecléticos que frequentavam o bar até altas horas da madrugada.




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Dentre as especialidades que eram servidas no estabelecimento, pode-se citar o sanduíche ferro velho, x-salada, churrasquinhos e, sobretudo, a pizza de queijo provolone no palitinho, que era considerada insubstituível.

 


No dia 26 de abril de 1991, o Ponto Chic fechou suas portas e deixou muita saudade no centro de Campinas.

 

ALEXANDRE CAMPANHOLA


Fontes:

http://bybassan.blogspot.com.br/2014/06/ponto-chic-vespera-do-fechamento.html


http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com.br/2007/11/memria-fotogrfica-bar-ideal-e-outros.html


http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=17&ved=0ahUKEwj38ufd1aTQAhWBj5AKHbIdDdY4ChAWCE0wBg&url=http%3A%2F%2Fwww.bibliotecadigital.unicamp.br%2Fdocument%2F%3Fdown%3DCMUHE000056&usg=AFQjCNEQZycAeA_9sVwl5bSCNZYhcr6qdw&bvm=bv.138493631,d.Y2I


https://mobile.facebook.com/campinasdeantigamente/posts/505046752958863?_rdr&refsrc=http%3A%2F%2Fwww.google.com.br%2Furl

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

🗄️📂 ARQUIVO ESPECIAL: Uma Torre Eiffel em Campinas?

 Sim. Campinas já teve a sua Torre Eiffel e no mesmo ano em que a original foi inaugurada. 


Imagem criada por IA a partir da original

A Torre Eiffel francesa foi inaugurada no dia 31 de março de 1889, como uma peça central da Exposição Universal do mesmo ano, uma feira mundial para celebrar o centenário da Revolução Francesa. Em Campinas, nada havia para comemorar naquele ano. 

O verão de 1889 foi trágico e assombroso para a população campineira. Uma epidemia de febra amarela assolou a cidade. Várias pessoas adoeceram aos poucos e o número aumentou rapidamente. Às primeiras vítimas fatais, logo somaram-se centenas. 

Nos meses de abril e maio daquele ano, chegaram a morrer por dia de 25 a 40 pessoas. No dia 18 de abril, por exemplo, morreram 58 pessoas. Entre fevereiro e junho de 1889, mais de 400 pessoas faleceram na cidade e milhares de habitantes fugiram (cerca de três quartos da população). 

Para se ter uma ideia da gravidade da epidemia, sabe-se que em 1871, Campinas possuía cerca de 10 mil habitantes na área urbana e 23 mil na área rural. Em 1889, contabilizou-se de 3 a 5 mil moradores. Dos 27 médicos que clinicavam, apenas 3 permaneceram na cidade durante o surto da doença.



Presume-se que das 3 mil pessoas que teriam permanecido na cidade, 2 mil teriam sido atingidas pela febre e, destas, 1200 teriam morrido. Os principais atingidos foram os imigrantes italianos e portugueses.


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Quando a epidemia foi controlada em julho daquele ano, havia muitas crianças órfãs que foram abrigadas no prédio do Asilo de Órfãs, que existia no hospital da Santa Casa de Misericórdia de Campinas.

Em 29 de setembro de 1889 teve início em Campinas uma grande quermesse, que foi realizada nos jardins da atual Praça Imprensa Fluminense, o Centro de Convivência, em prol das obras do Asilo de Órfãs. 

O evento que teve início das 4 horas da tarde e foi organizado por uma comissão composta por destacados cidadãos da sociedade campineira: Augusto César do Nascimento (Presidente da Comissão), João Duque (tesoureiro, da Casa Notre Dame de Paris), Dr. Alfredo Pujol (secretário), Dr. Tomás Alves, Dr. Vieira Bueno, Luis de Pádua Machado, Leopoldo Amaral, e os diretores dos três jornais da cidade (Diário de Campinas, Correio de Campinas e Gazeta de Campinas)

As damas da sociedade campineira, promotoras da quermesse, fizeram o trabalho de “sensibilizar as almas” caridosas em prol do Asilo de Órfãs. Havia no jardim 16 pavilhões, imprensa, barraquinhas que vendiam chops, cognac, cafés, frutas, flores, jornais, bibelôs, prendas, etc. As barraquinhas eram muito elegantes, todas pintadas e decoradas com capricho com colchas e panos de cores variadas.

Havia a barraca da Imprensa, toda forrada de jornais por dentro e por fora, e com caixas de tipos para a impressão do Jornal da Kermesse; havia, também, barracas dedicadas às nações de onde Campinas tinha imigrantes, como Portugal, Alemanha, Itália...



Todas as sociedades de música estavam presentes. À noite, o jardim foi iluminado a gás, luz elétrica e lanternas de papel. 

Dentre as prendas e donativos para a quermesse, que eram em grande número e provenientes das mais distintas origens, destacaram-se as peças de porcelana européia ofertadas pela Princesa Isabel e pelo Conde D’Eu. As peças, duas jarras, foram arrematadas pelo Major Antonio Luis Rodrigues e Albino José Barbosa de Oliveira Junior, que despenderam pelas peças 551 e 120 mil réis, respectivamente. 

Também, segundo o jornal Diário de Comércio, um dos itens vendidos na quermesse foi o cachimbo do Sr. Mallefatti, arquiteto da Torre Eiffel. Aquela de Paris, teve como arquitetos Maurice Koechlin e Émile Nouguier. Mas, naquela quermesse de 1889, Campinas também teve uma Torre Eiffel.


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🗼 Um dos atrativos da quermesse foi uma réplica da Torre Eiffel de Paris. A torre de Campinas foi construída com madeira, seis meses após a inauguração da original. A torre possuía vinte metros de altura. No seu topo havia um gracioso lanternim, que fulgurava à noite um grande foco de luz elétrica. 


Imagem aprimorada por IA


Certamente, a novidade atraiu grande público que queria estar diante da réplica da estrutura mais alta naquela época feita pela humanidade.

Também foi construído para o evento e exposto naquela quermesse o Chalet Lidgerwood, sendo a fábrica uma das mais importantes da cidade naquela época.

Imagem aprimorada por IA

O evento, encerrado em 13 de outubro de 1889, auferiu um produto líquido de 27:057$810, com o qual foi possível finalizar as obras para que o Asilo de órfãs pudesse funcionar como internato.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️ 


Fonte:


🔍 https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Torre_Eiffel


🔍 Licurgo do Santos Filho, citado em Revista do Instituto Adolfo Lutz


🔍 https://museudaimigracao.org.br/.../hospedaria-em...


🔍 A febre amarela em Campinas no Século XIX - Profa. Dra. Cristina Brandt Friedrich Martin Gurgel

Docente da Pontifícia Universidade Católica de Campinas e membro do 

Grupo de Estudos História das Ciências da Saúde da FCM, Unicamp


🔍 CARIDADE E PODER: A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Campinas 

(1871-1889)

Leila Alves Rocha 

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação do Departamento de Política e 

História Econômica do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas, para a 

obtenção do título de mestre.


🔍 https://www.facebook.com/share/p/jvLkMGixV9UG2Abv/?mibextid=oFDknk


🔍  Jornal "Diário de Notícias" do Rio de Janeiro, edição do dia 01/10/1889


🔍 Jornal do Comércio, do Rio de Janeiro, edição do dia 02/10/1889


📸 Biblioteca Digital Luso-Brasileira

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

☕ CAFÉ REGINA

 

O Café Regina foi fundado em 1952, na Rua Barão de Jaguara. Apesar do ano oficial de fundação ser 1952, indícios por registros fotográficos atestavam que o estabelecimento originou-se da cafeteria Café Ricardo, fundada em 1932, e que depois passou a se chamar Regina por causa do edifício de mesmo nome. O fundador do Café Ricardo foi Joaquim Corrêa.



No dia 20 de setembro de 1984, o Café Regina foi adquirido por Jorge Francisco Vaz, que era proprietário de uma tabacaria no Eden Bar, próxima ao local. Ele era frequentador habitual da cafeteria.


O Café Regina popularizou-se por ter sido ponto de encontro de intelectuais, profissionais liberais, artistas da bola e políticos. 




Nesta cafeteria estiveram presentes ilustres convidados como os ex-governadores de São Paulo Paulo Maluf, José Serra e Geraldo Alckmin; o ex-presidente Juscelino Kubitschek e o atual Luiz Inácio Lula da Silva; o ator Paulo Autran, o maestro Ray Conniff, o cantor Jerry Adrianni, a atriz Claudia Raia, entre outros.



A cafeteria tem sido aos longo dos anos um dos lugares preferidos para se tratar de assuntos importantes, fechar-se negócios, debater-se política, e manter vivo o hábito de tomar café feito em coador de pano e saborear pão de queijo, bolos, pastéis, etc.




Em meu e-Book "Quando Campinas era o Mundo", o Café Regina foi lembrado como um dos lugares queridos dos anos 80, em Campinas. E ainda é!
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Um dos traços peculiares do estabelecimento são as fotos de gente famosa e páginas de jornais do dia, que ficavam estampadas nas paredes.

A Cafeteria ostenta a fama de “Boca maldita”, pois dizem que tudo que se fala lá na hora do cafezinho, vira notícia.


ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


Fonte:

🔍 http://campinassim.blogspot.com/.../anos-dourados-parte-5...


segunda-feira, 24 de novembro de 2025

🎥 CAMPINAS EM 2025: A Rua Dr. Quirino

A Rua Dr. Quirino, no centro de Campinas, na altura da Galeria dos Arcos. Uma região agradável e cheia de História!





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🎥 ALEXANDRE CAMPANHOLA


🍞 PANIFICADORA TANGARÁ


Não há dúvidas que um dos estabelecimentos do centro de Campinas, que deixou mais saudade após seu fechamento, foi a Panificadora Tangará.

Aliás, lugares assim que deixam sabores inesquecíveis registrados em nossa memória, sempre deixam saudade quando desaparecem. Muitas pessoas ainda lamentam a ausência da Padaria Orly, na esquina da Rua Barão de Jaguara com a Rua Bernardino de Campos.

São lugares que guardam o sabor da rotina da manhã, do cheiro de café, dos encontros com conhecidos, do ar ainda fresco do amanhecer banhado pela luz do sol, que surge vagorosamente. Dos almoços repletos de delícias, dos lanches da tarde após um dia inteiro de trabalho.



A Panificadora Tangará, segundo consta, foi propriedade do Sr. Correia e do Sr. Milão Sassi, e ficava na Rua Onze de Agosto, 212.

Era uma padaria típica dos velhos tempos, onde as pessoas iam tomar café de manhã, comer um bolo de chocolate ou comprar um delicioso pãozinho calabrês. 

Era uma referência na região do bairro Botafogo e um ambiente familiar, onde se tomava o café da manhã após o trabalho noturno ou acordar, almoçava-se ou se comprava o lanche da tarde.

Na lembrança dos frequentadores ficaram delícias e personalidades inesquecíveis, como a torta de banana, o lanche de salaminho, o biscoito de polvilho, o pão de torresmo, e de pessoas queridas como chapeiro "Ceará".

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Em 2019, a panificadora fechou suas portas e deixou muita saudade na região central de Campinas. 


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

CAMPINAS, MEU AMOR❤️


Fonte:


🔍 Comentários dos Facebook

📸 Publicação de Francisco Ribeiro no grupo Campinas Antiga


sábado, 22 de novembro de 2025

🕺💃 BALADAS: Queops Disco Club

A Queóps foi inaugurada no dia 13 de janeiro de 1978, na  Rodovia SP 340, Campinas - Mogi Mirim, no km 127.5.   



Era o templo da Disco Music, em Campinas. Entre os anos de 1970 e 1990, foi um ponto de encontro dos jovens e um lugar de muita diversão, e uma das casas noturnas mais badaladas da cidade.



Às sextas e aos sábados à noite, era o ponto de diversão de muitas pessoas, que ainda passavam no carrinho de cachorro-quente do Bigode, na madrugada, para saborear o delicioso lanche.



A Queops Disco Club fechou as portas em 1998. 


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O sucesso da Queóps expressou-se em tamanha longevidade, e seu fim deixou a cidade mais órfã de icônicas casas noturnas.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


Fonte:


🔍 www.correio.rac.com.br

🔍 📸  Página: Campinas de Antigamente

📸 Imagens da Internet

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

🚨 ACONTECEU EM CAMPINAS: A estreia de Grande Otelo em Campinas

O mineiro Sebastião Bernardes de Souza Prata, o Grande Otelo foi ator, comediante, cantor, produtor e compositor brasileiro. Ele começou sua carreira artística em Campinas.

Ele iniciou a carreira artística em 1926, na Companhia Arruda-Otília Amorim na peça “Nhá Moça” apresentada no Teatro Rink, em Campinas.



O Teatro Rink ficava na esquina da Rua Barão de Jaguara com a Rua Conceição. O local teve o início de suas atividades no dia 23 de junho de 1878, como um Rink de patinação.







Na década de 1910, começou a apresentar sessões de cinema, e ficaria marcado pela tragédia envolvendo o desabamento de parte de seu teto, no dia 16 de setembro de 1951, que matou 30 pessoas e deixou mais de 300 feridos. 



Você gosta das atividades realizadas no blog "Campinas, meu amor" e nas redes sociais? Seja um apoiador deste trabalho em prol da memória passada e recente da cidade. Acesse o link abaixo e conheça os e-Books criados sobre a cidade. O preço é simbólico: Apenas R$ 1,00:

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✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️



Fonte:

🔎https://dicionariompb.com.br/artista/grande-otelo/...








quarta-feira, 19 de novembro de 2025

🚨 ACONTECEU EM CAMPINAS: O lanche Psicodélico

 Quem já ouviu falar do lanche "Psicodélico" do Bar Giovannetti?

O Psicodélico surgiu em 1965 e seu criador foi Pedro João de Carvalho, o popular "Possante".




Pedro João de Carvalho começou sua vida profissional em 1956 como garçom do antigo Bar Ideal da família Guernelli, que ficava na esquina da Rua Conceição com a Rua Barão de Jaguara. Ele tinha 14 anos e tinha vindo com a família de São Paulo para Campinas. Sua agilidade e rapidez destacada rendeu-lhe o apelido de "Possante", o nome dado no Brasil a um personagem de histórias em quadrinhos na época, que nos EUA era chamado de Super Mouse.

Depois do Bar Ideal, o "Possante" foi trabalhar na Choperia Giovannetti, também como garçom, embora ele se aventurasse na chapa nos finais de expediente. E, foi em uma destas aventuras, que ele criou o lanche "Psicodélico".




Naquele dia, como de costume, o "Possante" foi para a chapa preparar um lanche reforçado para os colegas de trabalho e clientes de carteirinha do bar. O lanche que ele teve a ideia de criar era um sanduíche que misturava nove tipos de frios, que eram aproveitados, pois não podiam ser fatiados. Ele pegou aquelas pontas de frios e cortou em pedacinhos. Depois, recheou o pão com aquela mistura. O sanduíche ficou colorido, no estilo psicodélico dos anos de 1960.

O Psicodélico é um lanche que tem em sua composição salcichão com picles, salsichão xadrez, mortadela, lombo cozido, salsichão lionês, presunto, rosbife caseiro, mussarela, tomate e azeitona, que recheiam um pão francês. 



Depois de fazer história no Giovannetti, o Pedro João de Carvalho, o "Possante" tornou-se sócio do Bar Azul, em 1982, na Rua Coronel Quirino. Também teve uma lanchonete na Maternidade de Campinas e criou o Possante Bar, antes de ser aposentar.

⚠️ Nota: Segundo consta, a criação do lanche Psicodélico, que no começo seria chamado Nações Unidas, e recebeu o corte Boquinha de Anjo posteriormente, também teve a participação do chapeiro Moleza, que trabalhou com o Possante na época, e já é falecido. 


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Fonte:


🔎 Blog: Pró-Memória de Campinas

Matéria do jornalista Fabiano Ormaneze publicada no jornal Correio Popular 

📸 Site: g1.globo

📸 Site: Campinas com br

terça-feira, 18 de novembro de 2025

🌳🏡 NOSSOS BAIRROS: Vila Boa Vista

 

A Vila Boa Vista foi fundada no dia 26 de fevereiro de 1969, na região norte de Campinas. Antes do surgimento do bairro, na região existiu a antiga Fazenda Boa Vista, dedicada ao cultivo do café e que pertencia à família Moraes de Barros.




Era uma região ocupada pelas lavouras cafeeiras e plantações de algodão, por açudes, pastos e matas. Também se encontrava bambuzais na região do atual Parque Via Norte, com matas cheias de passarinhos. 

Na década de 1960, a Fazenda Boa Vista foi vendida e a COHAB, Companhia de Habitação, que construiu 1534 casas populares, financiadas pelo Sistema Financeiro de Habitação, o SFH. A gestão municipal nesta época era do Prefeito Ruy Novaes.



No final de 1968, as casas começaram a ser entregues e, no ano seguinte, foram habitadas. Era um bairro em formação, considerado, na época, distante do centro da cidade. 



A inauguração da Vila Boa Vista teve a presença do Ministro José Costa Cavalcanti, que foi recepcionado sob os acordes da banda militar da Escola Preparatória de Cadetes. Também estava presente o presidente do Banco Nacional de Habilitação Dr. Mario Trindade e o prefeito Orestes Quércia, que foi muito aplaudido pelos moradores do bairro.



A referência do bairro era a fábrica da Bosch, que se instalou em Campinas em 1956, na Avenida da Saudade. Em 1958, a Robert Bosch adquiriu parte da Fazenda Boa Vista para a construção de sua fábrica.



Outro referência era a Paróquia Santos Apóstolos, na Vila Boa Vista, que foi criada em 11 de março de 1969 pelo Arcebispo Dom Antonio Maria Alves de Siqueira. O seu primeiro pároco foi o Pe. Gerard A. Bergeron, que esteve à frente da mesma até 1979.

Também em 1969, o presidente do jornal Diário do Povo, Octavio Quércia, inaugurou a praça de esportes "Moraes de Barros".

No final dos anos de 1970, a construção de Rodovia Bandeirantes tornou-se oportunidade para que muitas crianças pobres do bairro pudessem ganhar alguns trocados com a venda de pastel e café aos operários.

Uma das primeiras conquistas dos moradores do bairro Vila Boa Vista foi uma linha de ônibus que percorresse o bairro. Antes, a linha de ônibus ia até a Bosch, e os moradores precisavam andar dois quilômetros a pé.



Em 1972, foi inaugurada a Escola Estadual Carlos Cristovam Zink e um posto de saúde.

Uma curiosidade sobre a vila é que antes da existência do posto de saúde, quem cuidava dos moradores era o farmacêutico Natanael, que tinha uma farmácia onde hoje existe o Shopping Mix. Outro desafogo dos moradores era uma bica, que ficava próximo a cerca da Bosch, e que abastecia as casas em uma época de frequente falta d'água.

Em 1982, chegou a iluminação das ruas com lâmpadas de mercúrio. Foi uma conquista tardia e necessária. 

Em 1984, a Sociedade Amigos do Bairro em conjunto com a Ação Regional (AR) construíram um posto policial, que foi desativado em 1991, tornando-se a sede da Casa de Cultura do bairro.





Em 1986, todas as ruas da Vila Boa Vista receberam nomes de árvores. Antes, eram conhecidas por números. Assim, nascia a Rua dos Ébanos, das Imbuias, das Canjeranas, dos Jacarandás, etc.


Atualmente, a Vila Boa Vista é um bairro bem estruturado, que se desenvolveu muito ao longo do tempo e, apesar dos problemas comuns a muitos bairros de Campinas, oferece as condições básicas aos seus moradores e guarda consigo uma saudade que ficou. 



Uma saudade dos antigos tempos, dos antigos  moradores que ainda vivem ou já se foram, dos dias de luta e de muita alegria.


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✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


Fonte:


🔍📸 https://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/.../efeme...

🔍📸 https://youtu.be/8tWK2LP1HAo?si=6vucIwkUIxLNpPx5

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🔍 https://arquidiocesecampinas.com/.../paroquia-santos.../

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