sábado, 15 de novembro de 2025

🏡 DOCE LAR: A casa modernista


Em 1934, o engenheiro-arquiteto Mário de Camargo Penteado projetou e construiu a primeira casa modernista de Campinas.




A casa pertencia a José Ferreira Penteado e ficava na Rua Coronel Silva Telles, n° 165, no Cambuí. A construção ficou popularmente conhecida como a "Casa do Navio", por causa de sua imagem náutica.

Mario de Camargo Penteado colocou a casa modernista em exposição e o evento teve uma grande repercussão, recebendo cerca de 400 visitantes, inclusive do arcebispo de Goiás que elogiou muito a obra. 

O objetIvo da exposição era divulgar o trabalho do recém-formado engenheiro-arquiteto e a originalidade de sua arquitetura. 

A casa ocupava 123,00m² do lote para uma área total construída de 207,30m². Dentre as novidades da construção, estava a laje do terraço que substituía a cobertura convencional na época de telhas cerâmica. 



Também era surpreendente o mobiliário com cadeiras de desenhos de Bauhaus, a ornamentação de estética despojada, o jardim de plantas tropicais, o piso de mosaico português e o efeito brilhante que era produzido no revestimento de moça sob luzes noturnas. 

A casa modernista foi um marco arquitetônico em Campinas e inaugurou o processo de modernização urbanística na cidade.




✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


Fonte:


🔍📸 Construção, arquitetura e configuração urbana de Campinas nas  décadas de 1930 e 1940: o papel de quatro engenheiros modernos

Autora: SILVIA AMARAL PALAZZI ZAKIA

🎨 As imagens foram colorizadas para melhorar a visualização



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🔺 LOJA MAÇÔNICA INDEPENDÊNCIA


No dia 23 de novembro de 1867, foi inaugurada a primeira loja maçônica de Campinas, de nome Independência, presidida por Pedro Ernesto Albuquerque de Oliveira, grande Inspetor Geral e “Delegado do Mui Poderoso Supremo Conselho do Grande Oriente do Brasil” e mais doze obreiros.




Uma semana depois da fundação, iniciou-se o crescimento de seu Quadro de Obreiros com o ingresso de notáveis cidadãos de Campinas como: Francisco Glicério Cerqueira Leite, Jorge Miranda, Eloy Cerqueira, Antônio Benedito Cerqueira Leite, Bento Quirino Simões dos Santos, João Quirino do Nascimento, Joaquim Quirino dos Santos, Francisco de Paula Simões dos Santos, Rafael Sampaio, Manoel Ferraz de Campos Sales.

Outros Maçons Ilustres que pertenceram a Loja foram: os Irmãos Alberto Sarmento, Álvaro Muller, Álvaro Ribeiro, Antônio Carlos Moraes Sales,  Antônio Franco Cardoso, Austero Penteado, Bernardino de Campos, Cândido Álvaro de Souza Camargo, Carlos William Stevenson, Christiano Wolkart, Francisco de Paula Ramos (Ramos de Azevedo), Francisco Glycério, Francisco Quirino dos Santos (Dr. Quirino), Francisco Ursaia, Gustavo Enge, Irineu Chechia, Joaquim Correa de Melo, Jorge Henning, José Gerin, José Paulino Nogueira, José Pedro Santana Gomes, José Santana Gomes, Leopoldo do Amaral, Orosimbo Maia, Otto Langaard, Pedro Magalhães,  Philemon de Cuvillon,  Quintino Bocaiúva, Tomás Alves, etc.

Naquela época, os membros da Loja Independência participavam ativamente da vida social e política da cidade e da região. Também praticavam várias ações na área de assistência à parcela da população mais carente.

Os integrantes da Loja Independência estiveram presentes com suas ações: Durante o processo de Abolição da Escravatura, durante a epidemia de febre amarela em Campinas, quando realizaram o Banquete da Indigência, o Lazareto, criação de clínicas, ambulatórios nos momentos mais críticos. 

Participaram também na fundação da  Maternidade de Campinas e o na Criação do Lar Escola Jesus De Nazareth, que hoje assisti mais de 100 Crianças de 03 a 06 anos de idade, um dos projetos mais importantes dos membros da Loja.

Seus Irmãos também trabalharam fortemente na arquitetura da região, como a fachada da Catedral de Campinas, o Grupo Escolar Francisco Glicério, a antiga Estação da Estrada de Ferro Sorocabana, em São Paulo, as dependências da Secretaria de Segurança Pública, a Escola Politécnica de São Paulo e o Teatro Municipal de São Paulo, são algumas das obras projetadas por Francisco de Paula Ramos de Azevedo, que pertenceu a Loja Maçônica Independência, e também na Educação através da criação do Colégio Culto a Ciência, entre outros projetos.

O maçom Antônio Pompeo de Camargo, ilustre e próspero agricultor de Campinas,  foi o idealizador do Colégio "Culto à Ciência". 

Em 6 de fevereiro de 1869, um manifesto, assinado pelos Maçons Antônio Pompeo de Camargo, Manoel Ferraz de Campos Salles, Jorge de Miranda, Joaquim Quirino dos Santos e Cândido Álvaro de Sousa Camargo, informou à população de Campinas, sobre a criação da "Sociedade Culto à Ciência”, que propugnava pela instalação, em nossa cidade, de um estabelecimento regular de ensino primário e secundário, que realizasse, com sucesso, o aperfeiçoamento moral e intelectual de seus alunos, onde a sociedade e o Estado deveriam ser neutros em  matéria religiosa, que propugnasse pelo ensino Laico e onde prevalecesse a liberdade de pensamento, de culto e de consciência.

Na primeira Assembleia da Sociedade, realizada em 19 de maio de 1869, foi eleita a primeira diretoria, composta pelos Maçons: Joaquim Bonifácio do Amaral (depois Visconde de Indaiatuba), Joaquim Egídio de Sousa Aranha (depois Marquês de Três Rios), Jorge Guilherme Henrique Krug e Joaquim Quirino dos Santos. 

Nessa Assembleia foi escolhida a Comissão encarregada de redigir os estatutos da Sociedade, que ficou assim composta: Manuel Ferraz de Campos Salles, Jorge de Miranda e Cândido Álvaro de Sousa Camargo, todos, na época, membros da Comissão de Justiça da Loja Independência. 

Em 13 de abril de 1873, foi eleita a nova diretoria da Sociedade, tendo como presidente o Maçom Joaquim Bonifácio do Amaral, secundado pelos também Maçons: Antônio Pompeo de Camargo, Jorge Guilherme Henrique Krug e Dr. Joaquim José Vieira de Carvalho. 

Nessa data foi lançada a pedra fundamental do edifício, um terreno adquirido em novembro de 1869. O empreiteiro de obras contratado foi o Maçom Jorge Guilherme Henrique Krug. 

Nesse período, sérias dificuldades financeiras quase paralisaram as obras. Faltavam 32 contos de réis para cobrir o orçamento de 70 contos de réis, quando o Maçom Joaquim Bonifácio do Amaral doou essa importância e o prédio foi concluído no tempo previsto. 

Em 12 de janeiro de 1874 foi inaugurado, solenemente, o "Colégio Culto à Ciência" e concretizado o sonho de Antônio Pompeo de Camargo. Discursou na ocasião, o Secretário da Sociedade, Manoel Ferraz de Campos Sales. 



 

A Loja Maçônica Independência, 131 fica na Av. Dr. Campos Salles, 514 - Centro


✍ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


⭐ Publicação em homenagem aos 150 anos do Colégio Culto à Ciência


Fonte: 

🔍 https://conheca.campinas.sp.gov.br/pois/868

🔍https://www.lojaindependencia.org.br/indepen.../historia.php



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sexta-feira, 14 de novembro de 2025

🛍️🎁 LOJAS DO PASSADO: Skina Magazine

 A Skina Magazine foi inaugurada em 1975 como filial da Casa Paratodos. A loja ficava na esquina das ruas José Paulino com a 13 de Maio, no centro de Campinas.


A Casa Paratodos havia sido fundada em1936 por Elias Abdala Set El Banate, pai de Abdo Set El Banate. Os tios de Abdo trabalharam durante um tempo na loja, e, a partir do início da década de 1970, Elias passou a conduzir as atividades do negócio apenas com seus filhos.

Em 1967, a loja Paratodos sofreu um grande incêndio e ficou mais de 30 dias fechada, sem certeza de que voltaria com suas atividades. Felizmente, a família El Banate conseguiu reerguer a loja, e oito anos depois, fundaram outro negócio que se tornou referência em Campinas, A Skina Magazine.

A Skina Magazine diferenciava-se da Loja Paratodos, porque era maior, possuía sete andares, enquanto a loja Paratodos possuía apenas dois andares, o térreo e o primeiro andar. Após a inauguração da Skina Magazine, o negócio da família passou a ocupar uma área de 2200 metros quadrados. 





A Skina Magazine inciou suas atividades como uma copia fiel da Loja Paratodos. Nos três andares, térreo, primeiro e segundo, vendia-se roupas masculinas, feminina e infantil. Com aquela loja maior, também foi possível trabalhar com cama, mesa e banho, malas... Com linhas mais diversificadas de produtos.

A partir de 1978, aproximadamente, a Skina começou a contratar pessoas que trabalharam em grandes lojas como Sears e a Mesbla, e que tinham uma visão diferente no segmento, uma experiência maior no ramo de magazine. Estas contratações permitiram que a Skina ampliasse suas linhas de produtos.

Neste período, a loja passou a trabalhar com móveis, com eletrodomésticos, com brinquedos e até com perfumaria. 

Em 1985, foi inaugurada uma loja no Shopping Iguatemi. Depois, foi aberta uma loja em Ribeirão Preto e, além dos magazines, foram inauguradas várias lojas de decoração, a Skina Decorações, especializada em móveis de um maior valor agregado. Essas lojas foram instaladas em Campinas, em Piracicaba, em Sorocaba e em Americana.



Mas, por fatores que envolveram o cenário econômico do país e por questões estratégicas do negócio, as lojas abertas nos anos anteriores foram fechadas, inclusive a Paratodos, em 1997. Apenas continuou suas atividades a Skina Magazine do centro de Campinas.

Nos anos posteriores a 1997, Abdo Set El Banate continuou sozinho na condução da icônica loja Skina Magazine. Nesta época, seus irmãos já não estavam no negócio.

Abdo Set El Banate nasceu em Campinas em 4 de julho de 1941. Seus pais foram Elias Abdala Set El Banate e Mari El Banate.

Ele estudou na Escola Rio Branco, antiga Escola Alemã, do Professor Zink. Também estudou no Colégio Culto à Ciência, no Colégio Diocesano Santa Maria, e começou a Faculdade de Economia na PUC.

Quando escolheu o curso de Economia, já trabalhava na Loja Paratodos. Quando foi fundada a Skina, ele passou a cuidar da área de vendas, seu irmão Kalil da área de compras e o outro irmão, Elias, da área financeira.

A Skina Magazine tornou-se ao longo do tempo um símbolo de longevidade no comércio campineiro, como outros negócios que resistem ao tempo, e às adversidades dos últimos anos no país e na região central. Era um ambiente familiar, apegado a tradição, ao modo simples e popular de fazer comércio, que surgiu com a família desde a época da Casa Paratodos. 

No dia 14 de junho de 2024, o proprietário da Skina Magazine informou ao público sobre o fechamento da loja na esquina da Rua José Paulino com a Rua 13 de Maio. 




"É com imensa gratidão que viemos agradecer a todos os nossos clientes amigos por ter feito parte da nossa longa história, um ciclo de mais de 80 anos com vocês. Obrigado". Foi publicado na página da loja no Facebook.


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✍️ 📸 ALEXANDRE CAMPANHOLA

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️ 


Fonte:


🔍 https://museudapessoa.org/histori.../uma-hist-ria-paratodos/

🔍https://horacampinas.com.br/skina-magazine-o-fim-de-mais.../

🔍 https://www.facebook.com/share/r/dw5jrrRBo8ssa13J/?mibextid=oFDknk

📸 Página Campinas de Antigamente 

📸 Carlos Bassan


terça-feira, 11 de novembro de 2025

🎁 LOJAS DO PASSADO: Sanitária Guarany

 

A história da Sanitária Guarany teve início no dia 19 de março de 1957, quando o comerciante Melchior Ferreira montou uma loja de materiais de construção civil, em Campinas.


Associaram-se a Melchior no negócio, seu cunhado carioca Valdir Marcolini, o funcionário José Olavo Nogueira, Vando Marcolini e Afrânio Alves Ferreira, irmão de Melchior, e que por muito tempo dirigiu a loja.

O endereço escolhido para instalar a loja foi a Rua Luzitana, na esquina com a Rua General Osório, no número 1170, no centro de Campinas.


A loja adotava uma política voltada à comunidade, dava suporte às pequenas, médias e grandes construtoras, por isso, logo seu nome expandiu-se e ficou conhecido em toda região de Campinas e do interior do Estado de São Paulo.

Na Sanitária Guarany eram comercializados uma extensa linha de produtos e serviços, desde o básico ao acabamento. Trabalhava com as principais marcas do mercado. Eram oferecidas vantagens significativas aos clientes e consumidores, inclusive no custo final de cada produto. 


Seus funcionários recebiam todas as garantias sociais, e dependendo do nível de aproveitamento, recebiam promoção automática.  Alguns deles, aposentaram-se na loja.

Mas com o tempo e após superar as oscilações econômicas do país, a Sanitária Guarany passou por transformações administrativas. Deixaram o negócio os sócios Melchior, Valdir, José Olavo e Vando Marcolini. Tais membros, ou partiram para outros ramos de negócio ou se aposentaram. 

Coube a Afrânio Alves tocar a loja, mas com uma ajuda feminina muito importante. Naquela época, Carmen Piccirillo Ferreira juntou-se a Afrânio na administração da Sanitária Guarany, acrescentando sua voz e coragem. 



Além da sede na Rua Luzitana, a loja abriu uma filial com o tempo, na Rua Rafael Salles, 589, no bairro Bonfim. Além de um depósito de materiais, na estrada que liga Campinas a Monte Mor. 

Em 1989, a loja contava com 89 funcionários, que eram chamados pelos dirigentes como "Família Sanitária Guarany". A grande maioria tinha mais de 20 anos de empresa.

O registro de CNPJ da Sanitária Guarany foi baixado em 2008, e a loja foi mais um daquelas notáveis referências comerciais do centro de Campinas que desapareceu nas últimas décadas. 


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✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 


Fonte:


🔍 📷 Jornal Diário do Povo, edição de 1989

👉 Acervo: Biblioteca Pública Municipal Professor Ernesto Manoel Zink 

📷 Publicação de Valter Ananias, no grupo Campinas Antiga, no dia 06/09/2021

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

🏫 ESCOLA ESTADUAL ARTUR SEGURADO

 

O Terceiro Grupo Escolar de Campinas foi criado pelo Estado de São Paulo em 17 de maio de 1910.  



Em 30 de Maio do mesmo ano esse estabelecimento de ensino foi instalado em um prédio particular, agora não existente, localizado na Rua Barreto Leme esquina com a Rua Doutor Quirino, onde permaneceu até 1952.

Antes de ser demolido, o antigo prédio foi comprado pela PUC Campinas e sediou o Colégio Pio XII. Após a demolição, foi construída no local o prédio onde existe a Faculdade de Letras da PUC.

Segundo o anuário do ensino do Estado de São Paulo de 1913, este grupo funcionava em dois períodos, com 10 classes com capacidade para 208 alunos. Foram matriculados naquele ano 426 alunos.



O professor Arthur Victor de Azevedo Segurado foi o primeiro diretor dessa escola em meados da década de 10 do século passado. Mais tarde a escola foi rebatizada com o nome de Terceiro Grupo Escolar Artur Segurado.

Entre 1952 e 1959 essa escola funcionou, de modo provisório, no prédio da Escola Estadual Francisco Glicério, ainda hoje situada na Avenida Moraes Sales, 988. 

A partir de 16 de fevereiro de 1959, a atual  E. E. Artur Segurado  foi transferida para o prédio próprio situado na Avenida Brasil, 2080. 

O prédio foi erguido pelo governo do estado em uma área doada pela Fazenda Santa Elisa, no bairro Vila Nova.


Durante o Regime Militar passou a se chamar Grupo Escolar Ginásio Artur Segurado. Com a nova denominação foi a primeira escola integrada de Campinas. Era a única que oferecia cursos de primeira a quarta série, e o ginasial de quinta a oitava.

Em 1976, ainda dentro das propostas educacionais do governo militar, a escola novamente mudou de nome e passou a se chamar Escola Estadual de Primeira Grau. Nesta época, mantinha laboratório de Ciência e um consultório odontológico. 

A tradição esportiva também fez parte desta escola, onde estudou a atleta olímpica e campeã sul-americana, Conceição Geremias, que já na quinta série do ginásio se destacava nas atividades desenvolvidas nas aulas de Educação Física da escola.

Em 1998, a unidade educação recebeu o nome atual, Escola Estadual Artur Segurado, Artur Victor de Azevedo Segurado nasceu em São Paulo, no dia 12 de abril de 1869. Formou-se em Educação na Escola Normal da capital paulista com 20 anos de idade, em pleno marco da Proclamação da República.

Em 1910 foi selecionado para ser o diretor do Terceiro Grupo Escolar de Campinas.


ARTUR SEGURADO


Artur Segurado era muito mais que um simples professor e diretor escolar. De acordo com a acadêmica Maria Conceição de Arruda Toledo, além de tudo isso era um verdadeiro poeta. Ele escreveu inúmeras poesias de temas didáticos,  comemorativos, sacros e humorísticos. 

No livro "Artur Segurado, um educador" escrito por seu neto Milton Duarte Segurado, um dos idealizados da Academia Campinense de Letras, fundada em 1956, encontram-se os poemas de versátil educador. 

Antes de ser diretor do Terceiro Grupo Escolar de Campinas, Artur Segurado foi professor da Escola Correia de Mello, quando esta situava-se defronte ao Mercado Municipal, onde hoje existe o Terminal Mercado.

Artur Segurado foi patrono da cadeira 21 da Academia Campinense de Letras.

Artur Segurado faleceu no dia 5 de maio de 1923, aos 54 anos.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


Fontes:


🔍Arquivo do Centro de Memória – Unicamp, Campinas.  

🔍Centro de Memória - Unicamp - Acervo: João Falchi Trinca

🔍Arquivo da EEPG Artur Segurado, Campinas. 

🔍http://mariocarvalhomatos.blogspot.com/.../o-terceiro...

🔍https://portalcbncampinas.com.br/.../personagem-da.../....

🔍https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Concei%C3%A7%C3%A3o_Geremias




🍿🎞️ EM CARTAZ: Cine Jequitibá

 

O Cine Jequitibá foi inaugurado no dia 04 de setembro de 1969, após a reforma de outro cinema famoso em Campinas no mesmo local, o Cine Voga, inaugurado em 1941.


Segundo consta, o nome do cinema foi escolhida em referência ao grande jequitibá rosa que em frente ao Palácio dos Jequitibás, sede da Prefeitura de Campinas, e que era chamado de Seo Rosa. A árvore viria a cair no dia 16 de janeiro de 1999. 

O filme inaugural do Cine Jequitibá foi "Adivinhe Quem Vem Para O Jantar", de 1967, estrelado para por Sidney Poitier, Spencer Tracy e Katherine Hepburn.

Os proprietários do cinema foram a Empresa Campineira de Cinemas Ltda. e a Empresa Campineira de Diversões Ltda.

Sua capacidade do cinema era de 1200 lugares. Ele possuía som e projeção Prevost 70mm e 6 faixas de áudio. A tela e as poltronas eram modelo cinerama.

Ao longo de sua história, o Cine Jequitibá exibiu grandes sucessos do cinema, como: Uma Odisseia no Espaço, King Kong, Star Wars,  Ghost, dentre outros. 

Sucesso dos anos 90, o filme Meu Primeiro amor, dirigido por Howard Zieff, com Anna Chlumsky e Macaulay Culkin, formou filas imensas em frente ao Cine Jequitibá, e tal acontecimento não possou em branco nas lentes do grande fotógrafo Carlos Bassan.



Em 2004, o Cine Jequitibá encerrou suas atividades, e hoje funciona no local uma igreja evangélica. 

O Cine Jequitibá ficava na esquina da Rua General Osório com a Avenida Anchieta, no centro de Campinas.


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✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 🇧🇷❤️


Fonte:


🔍📸 http://www.cinemasdesp2.com.br/.../jequitiba-campinas-sp...

📸 Carlos Bassan

📸 Acervo Jefferson Stark Trevizanutto

📸 Página Campinas do Passado

📸 Página Campinas de Outrora

🔍 Blog Pró-Memória de Campinas

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

🍺 CHOPÃO: Quem viveu, viveu!


O Chopão foi inaugurado na década de 1970, e era o sucesso das tardes de domingo na Avenida Heitor Penteado, Parque Taquaral. 




Era o reduto dos jovens que exibiam seus carrões e suas motos. Também era um local de adoráveis encontros, de paquera, namoro no malhometro, de diversão e da extravagante chispada. 

A regra era clara: sábado à noite no Queops e domingo à tarde no Chopão! 




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O Chopão existiu até 1985, quando deixou em muitas pessoas daquela época uma saudade muito grande.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

CAMPINAS, MEU AMOR 🇧🇷❤️


Fonte:

📸 Nelson Forni 

Blog Museu Musical

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

🍺 BAR DO VADICO

 O Bar do Vadico foi fundado em 1949, na Av. Washington Luiz, 164, no bairro Ponte Preta, em frente ao antigo depósito de materiais de construção do Sr. Tognolo.



Segundo consta, foi o pai de Vadico, Pedro Greggio, quem abriu as cortinas para este prestigiado bar escrever sua história em Campinas.

Tradicional e inesquecível, como outros bares que fizeram história, a exemplo do Bar da Linguiça e o Bar do Pachola, o Bar do Vadico era um daqueles bares de bairro, que se tornou reduto dos boêmios nas noites campineiras do passado.

Como em muitos bares dos tempos áureos de Campinas, o cardápio no Bar do Vadico era muito prestigiado e ainda hoje desperta muita saudade. 

Quem não se lembra, além do X Miséria (pão com mortadela), dos lanches de pernil com provolone e vinagrete, da linguiça e o torresminho, das almôndegas, do caldo de mocotó no copo americano, das porções de mortadela apimentada e mandioca frita...




Foi dado o termo "sujinho" aos bares de antigamente, muito frequentados e que dificilmente se podia controlar a limpeza, e o Bar do Vadico, não ficou fora desta lista, embora fosse o "sujinho", que todos amavam.

O cartaz já dizia: "Um sujinho que satisfaz".

O Bar do Vadico era o ponto de encontro dos músicos das noites das bandas de baile dos radialistas famosos de Campinas. Dos apartamentos no bairro Ponte Preta, ouvia-se o som das seresta, do samba canção.

Figuras inesquecíveis frequentavam e cantavam neste bar, como Renat

Além do cartaz com o dizer "o sujinho de satisfaz" outras coisas lendárias que se via no Bar era uma caixinha de fósforo que ficava no balcão, e nela havia a palavra cemitério, pois eram as contas de quem ficava devendo no bar. 

E veja esta. Certa vez, perguntaram ao Vadico sobre a sujeira do balcão de vidro, e a necessidade de limpar. Sabiamente ele respondeu que se limpasse poderia provocar uma contaminação, como ocorre nos hospitais que são tão limpos.

Vadico, fundador do bar, e o irmão Vitório eram pessoas populares e queridas no bairro Ponte Preta. Vadico eram quem fazia os lanches e Vitorino servia as bebidas



Vitório tinha um coração de criança. Era visto como grosso e simpático ao mesmo tempo. 

Vadico era uma pessoa cordial e um pouco mais calado, sempre com um pano de prato no ombro e o jeitinho de andar mancando.  

Em 2019, o saudoso Oswaldo Greggio, o Vadico faleceu, mas seu filho continuou a escrever a história do bar.

" Há muito tempo, o Bar do Vadico foi tombado (ainda que apenas na imaginação do campineiro) como um dos maiores patrimônios etílico-culturais da cidade ".

Em 2013, o Bar do Vadico passou por uma reforma e ganhou traços mais modernos e atraentes. 

O proprietário, Fúvio, filho do Vadico, sentia muito pelo aspecto moribundo e decadente que o bar exibia, sobretudo em consideração aos boêmios que tanto amam o local. 

Atualmente, o Bar do Vadico não existe mais, porém sua lembrança ainda está viva na memória de muitas pessoas que viveram aquela saudosa época.

O Bar do Vadico ficava na Av. Washington Luiz, na esquina com a Rua Vitoriano dos Anjos,163, bairro Ponte Preta, Campinas.

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✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA

CAMPINAS, MEU AMOR  🇧🇷❤️



Fonte:


🔍 https://bardovadico.wordpress.com/


🔍 Foto do antigo Bar do Vadico: Publicação de Jorge Costa no grupo Campinas Antiga

Página Facebook: Leopoldo Brandão de Toledo

sábado, 1 de novembro de 2025

⌛ EM ALGUM LUGAR NO PASSADO: Década de 1930 - Rua Barão de Jaguara - Campinas-SP

 Década de 1930. Rua Barão de Jaguara. Um pouco de história...


Esta imagem histórica da década de 1930 mostra o trecho da Rua Barão de Jaguara quase próximo a esquina com a Rua General Osório.

No lado esquerdo está o Solar do Visconde de Indaiatuba, que foi construído em 1846 para ser residência  de Tereza Miquelina do Amaral Pompeu, irmã Joaquim Bonifácio do Amaral, o visconde.

No lado esquerdo há alguns veículos de época e estabelecimentos comerciais.

No início da década de 1930, aconteceu a inauguração dos telefones automáticos na cidade. No Cine-Teatro São Carlos, na Rua César Bierrembach, foi exibido pela primeira vez um filme sonoro. 

Ainda em 1930, também foi a vez do Cine Rink, na esquina da Rua Conceição com a Rua Barão de Jaguara, exibir esta novidade. 

Realizaram-se as primeiras experiências de transmissão do Rádio Clube de Campinas. 


O prefeito era Orosimbo Maia, que naquele ano, instituiu as feiras-livres na cidade, e a primeira aconteceu na Praça Rui Barbosa.

Assim era a Campinas em 1930, início da década.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

CAMPINAS, MEU AMOR 🇧🇷❤️ 


Fonte:


🔎📸 Blog: Pró-Memória de Campinas 


🔎 Livro: Efemérides Campineiras - Autor: José de Castro Mendes


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domingo, 26 de outubro de 2025

🍺 BAR GIOVANNETTI - Parte 02

Como era o Bar Giovannetti no início da década de 1990. Pessoas inesquecíveis, momentos agradáveis, muito saudosismo e lembranças de um tempo que não volta mais.



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sexta-feira, 24 de outubro de 2025

🍺 BAR GIOVANETTI NA DÉCADA DE 1990 - PARTE 01

Este vídeo carregado de saudosismo e imagens nostálgicas mostra o Bar Giovannetti da Rua General Osório, no centro de Campinas, no início da década de 1990. 

Nesta primeira parte das publicações sobre o tradicional estabelecimento, podemos ver como era a Rua General Osório e o Largo do Rosário.




😎 Que tal voltar a Campinas dos anos 80?


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🍰 PADARIA ORLY

 🍰🍞  A Padaria Orly foi fundada na década de 1960, na Rua Barão de Jaguara, próximo à Praça Bento Quirino. Segundo conta o fundador foi Mário Demário dos Santos também um dos fundadores da Associação de Diretores Lojistas de Campinas, que antecedeu a  Associação Comercial de Campinas.



O nome Orly era devido ao aeroporto francês de Orly, onde surgiu o famoso pãozinho na chapa. Segundo consta, por muito tempo o proprietário da padaria foi o português Alberto Santos.

Segundo relatos, antes de ser uma padaria no local existiu uma loja de eletroeletrônicos chamada Assunção, na década de 50.

🍮🍓 Realmente, a Padaria Orly era um espaço na Barão de Jaguara, onde se passava deliciosos momentos e se encontrava sabores inesquecíveis: Torta de frango, croissant, doce mil folhas, empadinha de camarão, tortilha de morango, doces maravilhosos...

Em seus 55 anos de existência, a Orly foi um dos principais pontos de encontro de pessoas de todas as áreas e atividades, desde o simples cidadão até autoridades e políticos, que dividiam o espaço de balcão para beber cafés e comer o famoso pão com o tradicional Café Regina, que fica do outro lado da rua.

A Orly, além da localização privilegiada no Centro, ficou famosa pelos pães, doces e salgados produzidos de forma artesanal com receitas passadas durante gerações e que se perpetuaram nas mãos de habilidosos padeiros e confeiteiros.



Em 1997, o Grupo Giovanetti tornou-se proprietário da padaria.

Em 2015, a padaria ganhou visual clean e moderno, com mesas e cadeiras confortáveis no centro do salão e teve seu já extenso cardápio incrementado com sanduíches, mini canapés, sucos turbinados e outros.

Em uma segunda-feira, como tantas outras, do dia 02 de março de 2020, na Rua Barão de Jaguara, quem passava em frente a Padaria Orly, deparava-se com um singelo comunicado em folha de papel:

" Prezados clientes e amigos, pedimos desculpas, mas encerramos nossas atividades".

No sábado, por volta das 14 horas, os funcionários haviam descido as pesadas portas de ferro pela última vez.

A justificativa do gerente da rede, Wagner Giovanetti, para o fechamento da Orly é principalmente a degradação do centro de Campinas, com o crescimento de pedintes e falta de segurança. 

Citou ainda o aumento da violência na região e pessoas usando a fachada do estabelecimento para atos libidinosos e para fazer as necessidades.

Atualmente, onde existia a tradicional Padaria Orly, foi instalada uma unidade da Rede Oxxo.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA

Campinas, meu amor  🇧🇷❤️


Fontes:


🔍https://campinas.com.br/.../tradicional-padaria-de.../

🔍https://portalcbncampinas.com.br/.../apos-cerca-de-60.../

🔍 CMU UNICAMP

🔍 https://correio.rac.com.br/.../orly-baixa-as-portas-apos...

🔍http://sociaisculturaisetc.blogspot.com/.../novidades-das..




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