domingo, 5 de julho de 2015

GRANDES MULHERES DE CAMPINAS: Maria José Morais Pupo Nogueira





Maria José Morais Pupo Nogueira foi filha de fazendeiro de café e durante seus 102 anos de vida, vivenciou as transformações ocorridas no território campineiro.

Ela trabalhou como professora primária e ainda jovem começou a escrever livros premiados em todos os cantos do país.

Casou-se com Stênio Pupo Nogueira, também acadêmico, com quem teve três filhos: Spencer, Clirian e Maria.

Maria José foi a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Campinense de Letras (ACL), obtendo este reconhecimento no dia 02 de junho de 1969. Também foi a primeira campineira premiada pela Academia Brasileira de Letras com o Prêmio Júlia Lopes de Almeida.

Foi diretora do Departamento de Cultura da Prefeitura de Campinas e do Teatro Municipal.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Seu primeiro livro foi “Natal solitário”, escrito na década de 50 e premiado pela Academia Brasileira de Letras. Em seguida escreveu “Céu escuro”, premiado pela Academia Paulista de Letras e pela Secretaria de Cultura do Estado da Guanabara. Também escreveu o livro intitulado “Ana” e “O órfão e a mulata”.







Ela conviveu com personagens ilustres de Campinas, como José de Castro Mendes, de quem seu marido era neto, e com os cunhados, Paulo Mendes Pupo Nogueira, o Paulinho Nogueira, compositor reconhecido internacionalmente por seu talento e o jornalista Bráulio Mendes Nogueira.

 



 
Maria José Morais Pupo Nogueira morreu aos 102 anos de idade em Campinas, no dia 19 de junho de 2015. Ela ocupava  a cadeira número 33 na Academia Campinense de Letras.

 

 

Fontes:


2 comentários:

  1. Querido Alexandre,
    O Dr. Stênio, não era neto de José de Castro Mendes. É sim, de Antônio Benedicto de Castro Mendes.
    Em 1956, ela recebeu o Prêmio "Júlia Lopes de Almeida", conferido pela Academia Brasileira de Letras a autora de melhor romance.

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    1. Obrigado, Lucas por corrigir a informação. Certamente, uma das fontes que consultei estava incorreta. Um abraço!

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