sábado, 14 de dezembro de 2024

👑 O CONCURSO DE MISS CAMPINAS DOS ANOS DE 1970: LURDES OLMOS

 LURDES OLMOS, a Miss Campinas de 1971 👏👏👏


Lurdes Bernal Fernandes Olmos nasceu no dia 05 de outubro de 1952, em Campinas.

Estudou nos colégios Imaculada, Vitor Meireles e Ataliba Nogueira. Formou-se em Secretariado pela PUC de Campinas. Também concluiu o Curso de Inglês.

A filha do Sr. José e da Sra. Flora Olmos sempre priorizou a independência e, antes do Concurso de Miss Campinas, estudava e trabalhava como secretária executiva.



A jovem de 19 anos, estudiosa e dedicada, logo descobriu que também era admirada por sua beleza e simpatia. 

Naquele ano de 1971, foi convidada a participar do Concurso Miss Círculo Militar pelo Coronel Rodolfo Pettená, então presidente do concurso. Não deu outra. Lurdes foi eleita Miss Círculo Militar.



Logo depois, veio o convite para participar do Concurso de Miss Campinas de 1971. Segundo entrevista ao jornal Correio Popular, Lurdes disse que entrou no concurso para ter uma nova experiência e foi muito incentivada por seus familiares e pelo noivo.


A disputa do Concurso Miss Campinas daquele ano ocorreu no dia 28 de maio nos salões do Tênis Clube de Campinas, no bairro Cambuí.

As candidatas que participaram do concurso foram: Lurdes Bernal Fernandes Olmos, Miss Círculo Militar; Sandra Regina Ferreira, Miss Ipanema Clube; Maria Mercedes Mateus, Miss Andorinha Parque Clube; Sônia Elizabette Turquette, Miss Andorinha Clube; Aparecida da Graça Barbarini, Miss Comercial; Sônia Aparecida Garcia, Miss Vila Castelo Branco; Maria Elisa Bugim, Miss Castelo Branco; e Creusa da Silva, Miss Jardim Paulicéia.


Nos salões do Tênis Clube de Campinas, por volta das 21 horas, do dia 28 de maio, o juri esteve diante das participantes que realizaram o desfile final.

O júri era composto por Hélios Morais Siqueira, representante do Prefeito Orestes Quércia; Sócrates Luiz Potyguara, diretor-presidente da Forbeasa S/A; Flora Maria, modista; Beatriz Carvalho, jornalista do Diário do Povo; Denise Vita Godoy, pianista; José Jofre Silva Melo, chefe do cerimonial da Prefeitura; José Roberto Magalhães Teixeira, presidente do Tênis Clube; Helena Souza; Lima Cunha Penteado, presidente da Academia de Ballet Lima Penteado; Regina Rocha Brito, e Vanda Fernandez Rosa, artista plástica.


Antes dos desfiles, as misses foram homenageadas por elementos da Associação Atlética Ponte Preta. A festa foi em benefício do Natal do filho do servidor municipal.




Lurdes Bernal Fernandes Olmos foi eleita Miss Campinas, entre oito moças concorrentes. Ela conseguiu sete dos onze votos do juri.


Em segundo lugar ficou Sônia Aparecida Garcia, também eleita Miss Imprensa, e em terceiro, Sônia Elizabette Turquette. As candidatas indicaram para Miss Simpatia Aparecida da Graça Barbarini.

Antes de entregar a faixa a Miss Campinas de 1971a Lurdes Olmos, Sônia Yara Guerra, Miss Campinas de 1970, despediu-se:

" É com tristeza que me despeço deste ano que trouxe alegrias e realizações. Foram 365 dias que vivi um sonho, uma vida irreal. Ao apoio, amizade, carinho e fé que depositaram em mim agradeço e desejo que minha sucessora tenha um ano venturoso, que seja para ela uma experiência marcante como foi para mim".


Após vencer o Concurso de Miss Campinas, Lurdes Olmos representou a cidade no concurso estadual da beleza, e continuou brilhando naquele maravilhoso ano.

Durante o confinamento no Miss São Paulo, as saídas para os eventos contavam com as motos da polícia militar e sirenes ligadas, batedores, para passagem das misses.


O Concurso de Miss São Paulo de 1971 foi disputado no dia 20 de junho, no Ginásio do Palmeiras, em benéfico do Lar Maria Gertrudes.

Lurdes Olmos desfilou com um traje típico em homenagem ao Maestro Carlos Gomes. Ela foi classificada entre as 5 finalistas e encantou a todos com sua beleza


Foi um ano glamouroso e mágico de muitas viagens eventos para nossa miss. Principalmente, foi um ano de  enriquecimento pessoal e cultural. Lurdes conheceu pessoas incríveis, cujas amizades perduram até os dias de hoje. Conheceu personalidades admiráveis.


As pessoas que se aproximavam dela para conversar, conheciam um ser humano dotado de simpatia, comunicabilidade e amor ao próximo.

Lurdes era querida pelas crianças, e chegou a dar aula de Ballet, no Círculo Militar, exibindo ternura, naturalidade e suavidade.


Com adultos, personalidades e autoridades era uma pessoa mais sóbria e acima de tudo gente. Era olhada como uma rainha da beleza nas ruas, nas lojas, nos supermercados. 


Após o Concurso de Miss São Paulo, Lurdes retornou para o aconchego da família e focou no seu crescimento profissional. Nunca teve pretensões de seguir carreira artística. 


" Ser Miss Campinas 1971 foi um ocasional presente da vida e foi vivido com muita intensidade!"



Atualmente, Lurdes Olmos segue sua trajetória de muita luz, encanto e simpatia. Uma pessoa que não se tornou miss. Sempre foi miss por todas as suas qualidades, virtudes e por sua inesquecível beleza.


💝Conselho de Lurdes Olmos às aspirantes do título de Miss Campinas:

" Na passarela as candidatas devem mostrar tudo de si. Como não podem falar, tem que mostrar no desfile, toda a elegância e personalidade que possuem, e acima de tudo, que são realmente mulheres"


💝 Conselhos de Lurdes Olmos à Miss Campinas:

" Ela terá que adquirir por si uma grande responsabilidade que é a de ostentar o título de Miss Campinas, em todos os sentidos. Em São Paulo, não deverá julgar-se vencedora ao conhecer as demais concorrentes. Não deverá se esquecer que estará competindo com 40, 50 moças tão bonitas como elas, que passaram pelo mesmo julgamento. Deverá mostrar o que é e não procurar artificialidades, levando com naturalidade o título que enverga"


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA

Campinas, meu amor  


Fonte:


🔍 📸 Lurdes Olmos


🔍 📸 Acervo da Biblioteca Municipal de Campinas "Ernesto Manuel Zink"


🔍 📸 Jornal Diário da Noite

🎁 LOJAS DO PASSADO: Sanitária Guarany

A história da Sanitária Guarany teve início no dia 19 de março de 1957, quando o comerciante Melchior Ferreira montou uma loja de materiais de construção civil, em Campinas.

Associaram-se a Melchior no negócio, seu cunhado carioca Valdir Marcolini, o funcionário José Olavo Nogueira, Vando Marcolini e Afrânio Alves Ferreira, irmão de Melchior, e que por muito tempo dirigiu a loja.


O endereço escolhido para instalar a loja foi a Rua Luzitana, na esquina com a Rua General Osório, no número 1170, no centro de Campinas.

A loja adotava uma política voltada à comunidade, dava suporte às pequenas, médias e grandes construtoras, por isso, logo seu nome expandiu-se e ficou conhecido em toda região de Campinas e do interior do Estado de São Paulo.


Na Sanitária Guarany eram comercializados uma extensa linha de produtos e serviços, desde o básico ao acabamento. Trabalhava com as principais marcas do mercado. Eram oferecidas vantagens significativas aos clientes e consumidores, inclusive no custo final de cada produto. 

Seus funcionários recebiam todas as garantias sociais, e dependendo do nível de aproveitamento, recebiam promoção automática.  Alguns deles, aposentaram-se na loja.


Mas com o tempo e após superar as oscilações econômicas do país, a Sanitária Guarany passou por transformações administrativas. Deixaram o negócio os sócios Melchior, Valdir, José Olavo e Vando Marcolini. Tais membros, ou partiram para outros ramos de negócio ou se aposentaram. 

Coube a Afrânio Alves tocar a loja, mas com uma ajuda feminina muito importante. Naquela época, Carmen Piccirillo Ferreira juntou-se a Afrânio na administração da Sanitária Guarany, acrescentando sua voz e coragem. 


Além da sede na Rua Luzitana, a loja abriu uma filial com o tempo, na Rua Rafael Salles, 589, no bairro Bonfim. Além de um depósito de materiais, na estrada que liga Campinas a Monte Mor. 


Em 1989, a loja contava com 89 funcionários, que eram chamados pelos dirigentes como "Família Sanitária Guarany". A grande maioria tinha mais de 20 anos de empresa.


O registro de CNPJ da Sanitária Guarany foi baixado em 2008, e a loja foi mais um daquelas notáveis referências comerciais do centro de Campinas que desapareceu nas últimas décadas

✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor 


Fonte:


🔍 📷 Jornal Diário do Povo, edição de 1989


👉 Acervo: Biblioteca Pública Municipal Professor Ernesto Manoel Zink 


📷 Publicação de Valter Ananias, no grupo Campinas Antiga, no dia 06/09/2021

🗣️ NOSSA ALTA SOCIEDADE: FIRMA NÊGA

Quando se fala nos tipos populares de Campinas, aqueles personagens do cotidiano da cidade percebidos pela constante presença nas ruas urbanas e por seus traços característicos, logo nos vem à memória Gilda, Mané Fala Ó, Dito Colarinho, Bozó, Zé Trovão, dentre outros, não é verdade?

Mas, é verdade também que muitos espectadores dos tempos desta Campinas mais inocente e pitoresca, mencionam com certa nostalgia o tal do Firma Nêga, que um dia não escapou das lentes fantásticas e valiosas de Aristides Pedro da Silva, o V8.


Pouco se sabe sobre o Firma Nêga. Até sua imagem foi por muito tempo um mistério para mim. Soube algumas peculiaridades sobre ele através de relatos daqueles que escrevem a história da cidade com suas incríveis lembranças, e vou construir agora um pouco da vida de nossa querido tipo popular através destes relatos.

Segundo um comentário de Davi Silva, o Firma Nêga estava sempre no Mercado Municipal de Campinas, e frequentava o Bar do Pachola.

José Carlos Guireli disse que conheceu o Firma Nêga por volta dos anos de 1970, e que o tipo popular vivia perambulando para os lados da Rua Barão de Jaguara e da Conceição. Toninho Tones Corrêa via o nosso personagem na Rua 13 de Maio e na Costa Aguiar.

Nossa amiga Romilda Casizzi Baldin lembra do Firma Nêga como um senhor que vivia bêbado lá para os lados do Externato São João.

A Mariucia Martinho lembra-se de que havia quem chamava o Firma Nêga de Segura Nêga. Já o Wilson Facchini comentou que o Firma Nêga dormia debaixo da escada da Catedral, falava "Firma Nêga" e um palavrão em seguida. Dione de Grossoli disse que os palavrões eram daqueles bem cabeludos.

O Renato Prado ao comentar deu uma pista sobre o nome do tipo popular. Segundo Renato,  seu pai dava almoço quase todo dia ao Firma Nêga, que, supostamente, chamava-se Damião. Este senhor, o Damião, imitava uma buzina.

Lázaro Narciso Rodrigues recordou do Firma Nêga como um homem bonzinho e humilde, que vivia no Largo da Estação e toda vez que dava uma balançada, para cair quase sempre de fogo, dizia "Firma Nêga", razão do seu apelido.

Jorge Luiz da Costa comentou que o Firma Nêga dizia para as pessoas amarem a mãe, que é única, pois pai tem bastante. Segundo Sueli Aparecida Ferrigo Reis, ele dizia exatamente isso quando parava para conversar nas portas das lojas, na Rua 13 de Maio.

Cássia Toledo Pisa lembra que Firma Nêga andava pelos lados da Prefeitura com livros e flores na mão, e quando via alguém gritava "Firma Nêga!".

Poderia colher mais e mais relatos, e ir tecendo a história deste tipo popular. Mas, como o meu tempo é escasso para tamanha pesquisa, vou esperar que esta publicação desperte o entusiasmo daqueles que conheceram ou observaram o Firma Nêga, e possam confirmar os relatos de seus colegas, e acrescentarem mais informações para que a memória deste personagem querido das ruas campineiras permaneça viva e sempre presente.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA 

Campinas, meu amor  


📖 NOSSA ALTA SOCIEDADE é o título dado pelo jornalista Moacyr Castro a uma crônica sobre os chamados "ditos populares", figuras do universo cotidiano de Campinas.

"Eram os maiores amantes da cidade. Jamais ouvi de qualquer um deles um gesto, uma expressão, contra Campinas. Também eram os que mais conheciam nossas ruas, praças, avenidas, becos, cantos e antros. Para muitos, eram loucos. Pela distância do tempo, sinto que eram loucos por esta terra, esses grandes conhecedores da alma campineira e dos campineiros. Palmilhavam Campinas inteira, dia e noite, sempre transbordando a alegria de viver aqui e com os que aqui viviam."


- Moacyr Castro -


Fonte:


🔍 Comentários no Facebook 


📸 Uma foto de Aristides Pedro da Silva, o V8

🚴 DESDE 1951: Lunardi Bicicletas

 Andando pelo centro de Campinas em busca dos comércios antigos, estive desta vez na esquina da Rua 13 de Maio com a Rua Visconde de Rio Branco, onde uma tradicional loja especialidade em bicicletas resiste ao tempo.

🚲 A atual Lunardi Bicicletas, antiga Casa Lunardi, foi fundada em 1951 por Edson Lorencetti Lunardi, que nasceu no dia 08 de setembro de 1926, em Campinas.




Edson Lunardi era filho de Olinto Lunardi, que foi o primeiro morador e fundador da atual Vila Lunardi, na região da antiga Fazenda Boa Vista. 

Edson cresceu naquela região onde convivia com os movimentos da antiga Estação Boa Vista. Estudou em uma escola do bairro, que não existe mais, e formou-se em Contabilidade no Colégio São Luiz.



Trabalhou em São Paulo por algum tempo como representante do Laboratório Sidney Rossi. Também trabalhou trasportando batatas com um caminhão que adquiriu com muito esforço e trabalho, no final de década de 1940.

Casou-se com Lucy Checchia Lunardi, que nasceu na cidade de Santo André. A festa de casamento foi na antiga sede do Clube Concórdia na Rua José de Alencar. 

O prédio foi demolido no dia 07 de março de 1962 em virtude do alargamento da Avenida Moraes Sales e da construção do Viaduto Cury.

No início da década de 1950, Edson resolveu entrar em um novo ramo de negócio e em sociedade com um amigo fundou em 1951 a Casa Lunardi, um loja e oficina dedicada ao conserto e venda de bicicletas, peças e acessórios em geral.



Eu estive na loja e conversei com o proprietário, o filho de Edson Lorencetti Lunardi, Edson Roberto Lunardi, que muito emocionado contou-me a trajetória do pai e as transformações que o centro de Campinas passou ao longo do tempo.

Edson ainda era criança quando o pai montou o negócio, que era a vida dele. Ele lembra que a família morou por algum tempo na Rua Costa Aguiar, e na infância, ajudava o pai atendendo no balcão da loja, brincava na Praça Lago dos Cisnes, apreciava os brinquedos na vitrine da Casa Bongo, assistia às gazetinha do Cine Windsor aos domingos, ia na casa dos avós na atual Vila Lunardi.


Com muita emoção, Edson lembrou do empenho do pai para manter a loja, e de sua generosidade. Ele vendia bicicletas e acessórios para pessoas como os trabalhadores da Vila Industrial, e muitas vezes, a garantia era apenas os acordos verbais. Era uma confiança quase sempre correspondida.

Seu pai era querido por todos os comerciantes da Rua 13 de Maio, inclusive pelos tipos populares como o Mané Fala Ó, que certa vez fez companhia a ele em uma viagem para São Paulo. Também tinha simpatia pelo Firma Nêga, que trabalhava descarregando caminhão em um armarinho de secos e molhados na Costa Aguiar.


Edson Roberto Lunardi contou-me que via o bonde passar em frente a loja. Em uma época de uma Campinas mais simples e suntuosa, ele  tinha como lazer noturno o Clube Semanal Cultura Artística e os cinemas que eram muitos. Achava um luxo as lojas da Avenida Dr. Thomáz Alves. Também lembrou com tristeza e indignação o que fizeram com o Teatro Municipal Carlos Gomes demolido em 1965.

As décadas de 1960 e 70 foram quando a loja teve seu maior movimento. Uma época em que pessoas elegantes passavam pela Rua 13 de Maio e encontravam diversos comércios, que vendiam variados produtos. 


Seu pai, Edson Lorencetti Lunardi, faleceu no dia 28 de março do ano 2000. Apenas deixou de ir trabalhar na loja, quando não tinha mais saúde, mas ensinou ao filho como amar o que se faz e fazer da melhor maneira possível. 

"(...) Vieram os shoppings, apareceram bicicletarias nos bairros. Mas, com o maior orgulho, digo que tenho clientes do tempo do meu pai. É muito legal quando as pessoas confiam, percebem a seriedade do trabalho. Vou ficar aqui até morrer”, disse Edson Roberto Lunardi, certa vez, a uma entrevista ao Grupo RAC.


A Lunardi Bicicletas fica na esquina da Rua 13 de Maio com a Rua Visconde do Rio Branco, 270. A marca da loja é tradição e confiança. Optou-se em manter o negócio pequeno para que sempre pudesse se oferecer uma atenção especial a clientela e por lá já passaram por avô, pai e agora netos.

É especializada em bicicletas e seu diferencial são os anos de experiência, dedicação, comprometimento e respeito aos seus clientes. Além, é claro, de sua linda história de sucesso!


"Meu sincero e carinhoso agradecimento ao Sr. Edson Roberto Lunardi, que me concedeu a entrevista e com o qual passei mais de uma hora agradabilíssima, conversando sobre a loja e sobre Campinas. Uma pessoa educada, doce e trabalhadora. 



Desejo que cada vez mais as pessoas prestigiem a loja, que o movimento volte a ser grande, e convido a todos os meus amigos, que gostam de bicicleta, que visitem a loja!"


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA

Campinas, meu amor 


Fonte:


🔍📸  Entrevista de Edson Roberto Lunardi, proprietário da Lunardi Bicicletas 


🔍https://www.lunardibicicletas.com.br/


🔍 https://correio-rac-com-br.cdn.ampproject.org/.../comerci...

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

POETA CAMPINEIRO PUBLICA SEU PRIMEIRO LIVRO!

 

No dia 21 de outubro de 2024, eu, Alexandre Campanhola, criador da página Campinas, meu amor, publiquei meu primeiro livro pela editora UICLAP. 



É um livro de poesia chamado A Flor do Romantismo, uma coletânea de meus poemas prediletos sobre o amor. Foi uma grande alegria publicar este livro e convido a todos que gostam de uma boa leitura a prestigiar este livro.






Sinopse

Este livro é uma coletânea de poemas de amor que escrevi ao longo de 20 anos. São poemas inspirados no período romântico e inspirado em autores como Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Fagundes Varela. É uma trabalho construído em anos de dedicação à poesia, ao estilo romântico e ao amor em todas as suas fases e momentos de minha vida. Os poemas expressam os diversos sentimentos, emoções e idealizações no plano amoroso, assim como traços e temas peculiares ao Romantismo.





Ao adquirir o livro, além de obter uma obra de qualidade, você contribui com o blog e as páginas do Campinas, meu amor nas redes sociais. Ajuda nos trabalhos de pesquisa, de visita a locais históricos, na preservação da memória campineira através de textos e imagens. Atividades que requerem recursos financeiros para serem realizadas.


Link do site para aquisição do livro:

https://loja.uiclap.com/titulo/ua70003/


Desde já agradeço! 


Alexandre Campanhola 

👑 O CONCURSO DE MISS CAMPINAS DOS ANOS DE 1970: SÔNIA YARA GUERRA

SÔNIA YARA GUERRA, a Miss Campinas de 1970 👏👏👏


Sônia Yara Guerra Villaça nasceu no dia 9 de março de 1948, em Campinas.

Em 1970, ela foi eleita Miss Campinas. Esta eleição  prenunciava um ano glorioso para Sônia, e, sem dúvidas, ela brilhou muito.


No Concurso de Miss São Paulo daquele ano, seu sorriso franco, sua beleza e granciosidade inigualável garantiu-lhe mais uma título, e o direito de disputar o Concurso de Miss Brasil.


Sônia Yara Guerra ficou em segundo lugar no Miss Brasil de 1970, e ganhou o direito de representar o Brasil, de acordo com o regulamento da época, no Miss Mundo, em Londres. O primeiro lugar ficou com Eliane Fialho Thompson, uma carioca do bairro de Ipanema, que representou o Brasil no Miss Universo.


No concurso de Miss Mundo realizado em Londres, Reino Unido, conturbado devido a questões raciais, Sônia foi uma das finalistas, ficando em sexto lugar.



No ano de 1973, ela foi chamada pela TV Tupi para a abertura da novela “A Volta de Beto Rockfeller”. Na sequência ganhou um papel em “Rosa dos Ventos”. 



Ela também participou com destaque de uma das edições do “Estúdio A”, no episódio “Biliziquidi”

Também participou da apresentação de muitos eventos e concursos sempre com o mesmo brilho e simpatia. 


Além da carreira de modelo e atriz, Sônia Yara Guerra, que era historiadora e artista plástica, também se destacou em outras atividades.

Após deixar a carreira na televisão para se casar, Sônia, radicada em Bragança Paulista, engajou-se na vida social e politica. 


Foi secretária municipal de Cultura e Turismo da cidade. Depois voltou a telinha, como apresentadora da tv local, atuando como entrevistadora.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA

Campinas, meu amor 


Fonte:


🔍 https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%B4nia_Yara_Guerra


🔍 https://www.museudatv.com.br/biografia/sonia-guerra/


🔍 https://www.fernandomachado.blog.br/miss-brasil-de-1970/


🔍📸 https://www.concursonacionaldebeleza.com.br/.../miss...


📸 https://fb.watch/pg7tbNzd1D/?mibextid=Nif5oz


📸 https://www.foroelitebeauties.com/t8355-sonia-yara-guerra...


📸 https://misssaopaulopageant.blogspot.com/.../sonia-yara...


📸 Página Miss Brasil Mundo 


📸 https://missmemorabilia.blogspot.com/.../sonia-yara...


📸https://diasfranciscocarlos.blogspot.com/.../miss-brasil...


📸 https://www.imparcial.com.br/noticias/a-copa-nossa,35862


📸 Página Universal Beauty Contest

A VISITA DA RAINHA ELIZABETH II A CAMPINAS

 No dia 07 de novembro de 1968, a rainha do Reino Unido Elizabeth II, acompanhada do príncipe Phillip, o Duque de Edimburgo, chegou a Campinas, às 13h40min. 


Ela realizava uma visita ao Brasil, que durou do dia 01 ao dia 11 de novembro daquele ano, e em Campinas, ela esteve na sede do Instituto Agronômico de Campinas e na Fazenda Santa Elisa. 


Um cortejo de automóveis seguiu a rainha do aeroporto de Viracopos até o Instituto Agronômico. No cruzamento das avenidas Barão de Itapura e Brasil, muitas pessoas se concentraram para assistir à passagem da limousine que transportava a rainha. 



A visita da realeza britânica ao Instituto tinha como objetivo o interesse de em saber como as produções das colônias britânicas poderiam ser melhoradas. 

Ele era um grande apreciador de café, e o Instituto Agronômico fazia pesquisas com tipos de café cultivados em colônias britânicas na África, como a Etiópia.


Anos depois, um tipo de café com menos cafeína foi produzido pelo IAC, justamente com o que foi coletado na Etiópia, e que está em estudo até hoje, segundo o instituto.

A rainha ficou no IAC  por cerca de 15 minutos. No saguão do instituto, foi montada uma exposição de flores para recebê-la.


Às 15h35min, a comitiva foi para a Fazenda Santa Elisa, ficando no território experimental do IAC por cerca de 25 minutos. Na fazenda, a rainha visitou o campo de experimentação, passando pelos canteiros das pesquisas de melhoramentos.


O casal real passou a noite na Estância Santa Eudóxia. No dia seguinte, Elizabeth, que tinha 42 anos, foi ao Jockey Club, às margens da Rodovia Anhanguera, para andar a cavalo.


Na mesma tarde, a comitiva real deixou Campinas pelo Aeroporto de Viracopos e foi ao Rio de Janeiro.


✍️ ALEXANDRE CAMPANHOLA

Campinas, meu amor 


Fonte:


🔍📸 Cortesia de Heloísa Cavareli cujos país estiverem presentes no histórico dia da visita da rainha. 


🔍 📸 Jornal Cidade de Santos, edição de 1968


🔍https://portalcbncampinas.com.br/.../rainha-elizabeth-ii.../


📸 https://www.siarq.unicamp.br/.../mostra_cmu_visita_rainha...


📸 https://www.estadao.com.br/.../rainha-elizabeth-veja.../...


📸 Arquivos do Instituto Agronômico de Campinas